Poster Mandala Water Violet

Marca: Graça Floral FialhoDisponibilidade: envio em 2 dias uteis


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Poster Mandala WATER VIOLET

Impresso em papel couchê 230 gramas.

Formato A3 (29,0 x 42,0 cm), com laminação.

Não acompanha moldura, imagem ilustrativa.

O poster é enviado em um tubo para não amassar.

 

O tipo Water Violet é um dos “Doze Curadores“ do sistema Florais de Bach que caracteriza-se sobre a abertura do coração. Aqueles que necessitam desta essência podem estar funcionando bastante eficazmente na sociedade e dentro de suas relações familiares, no entanto, as partes mais profundas desses vínculos são evitadas. Seja devido às experiências da infância  ou outras situações, o indivíduo construiu uma barreira impedindo a plena integração com a família humana.o tipo Water Violet  é  silencioso, tranquilo, não se deixa ser influenciado pela opinião dos outros, muitas vezes permanece distante, misterioso, muito reservado, altivo e de bom grado ouve os problemas das outras pessoas, dando conselhos. A questão de quem tem esse tipo de personalidade é o orgulho, tem a convicção de nunca cometer erros, também raramente  dá satisfação e em casos de discussões com alguém vai exclui-lo da sua vida sem pensar duas vezes. É muito forte e determinado, quando tem um problema resolve  semnunca pedir ajuda porque acreditam que não precisa de ninguém, se senti no topo de tudo.  Em princípio, este tipo de pessoa, gosta de viver sozinho, porque eles sentem uma sensação de prazer, pois  se destacarm da multidão com itens especiais, roupas especiais, padrões irregulares de vida, acredita ser especial (geralmente a pessoa com esse personagem ele é o professor, o, tipo muscular considerável, a pessoa importante), mas que sua atitude o leva em uma direção, que é a de ser legal e não têm sentimentos.  O verdadeiro calor do amor e companheirismo deve ser utilizado para promover o crescimento e a essência Water Violet apoia esta transformação

A descrição de Dr. Bach

Para aqueles que, na saúde ou na doença, gostam de ficar sozinhos. São pessoas muito silenciosas, que se movem quase sem fazer barulho, falam pouco e suavemente. São independentes, capazes e auto confiantes. Pouco influenciáveis pelas opiniões alheias. São indiferentes e podem deixar os outros sozinhos para seguir seu caminho. Em geral, são inteligentes e talentosos. Sua paz e tranquilidade são uma benção para os que o rodeiam.

 

Flores e Mandalas

Paralelo entre Edward Bach e Carl Gustav Jung

Os Doze Tipos, dentro do sistema das trinta e oito essências florais, são as 12 primeiras essências que Edward Bach sintonizou: Impatiens, Gentian, Cerato, Clematis, Vervain, Centaury, Scleranthus, Chicory, Agrimony, Mimulus, Water Violet, Rock Rose. Ele descobriu como cada flor contém em sua essência uma virtude, uma vibração particular, que caracteriza como fundamentos da qualidade da Alma.

Edward Bach associou as doze plantas com tipos de personalidades e nas suas pesquisas concluiu que as essências florais podem promover mudanças. Ele considerou doze qualidades essenciais que são lições universais da Alma: amor, fé, alegria, paciência, paz, bravura, coragem, bondade, sabedoria, paixão, força e determinação. Dr. Bach buscou uma compreensão mais profunda para o alívio do sofrimento humano e descobriu que as flores vibram um poder de cura de alta frequência, sendo capazes de transformar a personalidade.

Quase que simultaneamente, por volta de 1933, o psiquiatra suíço Carl Gustav Jung delinea os tipos psicológicos – este é o ponto em comum com Dr. Edward Bach.

Jung estudou o tema “mandalas” e utilizou-as em sua prática clínica. Ele descobriu que as mandalas expressavam conteúdos interiores do ser humano. Constatou que seus pacientes melhoravam ou relaxavam com o uso da mesma. Ele dizia que as mandalas poderiam trabalhar a Psiquê, atuando no processo de autoconhecimento do cliente. Quando Jung começou a estudar as mandalas e sua manifestação no mundo oriental como instrumento de culto e de meditação, passou a desenhá-las. Passou a observá-las no mundo ocidental, onde descobriu o efeito de autocura que elas exerciam, inclusive em si mesmo.

Ainda seguindo as proposições de Jung a respeito da mandala, segue-se uma função indiscutível do que estas podem oferecer ao indivíduo: dar a noção de que toda a representação da psique na estrutura mandálica, pressupõe um CENTRO. O CENTRO pressuposto na representação da mandala é exatamente o que Jung chama de SI MESMO. As necessidades espirituais são representadas pelo Si Mesmo, por estarem ligadas a um Poder Maior de Sabedoria, e são elas que mostram nossa missão e sentido de existência (da Sabedoria Espiritual que a vivifica). O contato com essa missão e sentido é que favorecem a saúde psíquica como um todo, pois, a harmonização da consciência com os Verdadeiros objetivos a que ela precisa operar, é que a tornam digna de ser usada saudavelmente em prol da evolutividade do ser mandálico em equilíbrio para sí e para a sociedade onde convive.

Portanto, as Mandalas dos Doze Tipos de Bach nos convidam à singularidade de uma experiência única: a presença vibrante da mandala abre para a comunicação e interação das energias contidas entre a essência da flor e a dimensão humana do corpo e das emoções. É interessante observar que ao contemplar a mandala floral a mente parece esvaziar-se dos ruídos dos pensamentos, dando lugar à uma nova consciência e criando um silêncio onde o coração repousa.

 

Fonte:

JUNG, Carl Gustav. Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo. – Petrópolis : Vozes, 2000. Cap. XII - O simbolismo das mandalas.

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