Poster Mandala Vervain

Marca: Graça Floral FialhoDisponibilidade: envio em 2 dias uteis


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Poster Mandala Vervain

Impresso em papel couchê 230 gramas.

Formato A3 (29,0 x 42,0 cm), com laminação.

Não acompanha moldura, imagem ilustrativa.

O poster é enviado em um tubo para não amassar.

O tipo Vervain é um dos “Doze Curadores“ do sistema Florais de Bach que caracteriza-se por pessoas  idealistas e cheias de entusiasmo . São indivíduos que querem compartilhar com os outros as suas ideias e crenças, assim tentam arrastá-los com discursos inflamados. Se eles falharem, eles ficam desapontados e desencorajados e buscam novos argumentos para convencê-los. O esforço contínuo para converter os outros muitas vezes se torna uma fobia que os leva a esgotar as forças, então eles estão sempre  tensos e têm dificuldades em adormecer. Visando apenas para convencer os outros muitas vezes excedem a medida, provando fanáticos, intransigentes e dogmáticas. O tipo Vervain muitas vezes provocam discussões intermináveis, porque eles têm opiniões preconcebidas que não mudam, mas querem impor. Muitas vezes o cansado fervor missionário, afastam as outras pessoas.  A essência de flor de Vervain traz a terra e o equilíbrio terrestre, permitindo a estes indivíduos fortes a flexibilidade necessária para manifestar suas grandes intenções e esforços.

A descrição de Dr. Bach

edbach2.jpgPara aqueles que têm princípios fortes e ideias rígidas que consideram certos e que muito raramente são mudados. Possuem o grande desejo de converter todos os que estão ao seu redor a sua própria maneira de ver a vida. Têm força de vontade e muita coragem quando estão convictos daquilo que desejam ensinar. Na doença, continuam a lutar, enquanto muitos já teriam desistido de suas obrigações.

 

Flores e Mandalas

Paralelo entre Edward Bach e Carl Gustav Jung

Os Doze Tipos, dentro do sistema das trinta e oito essências florais, são as 12 primeiras essências que Edward Bach sintonizou:Impatiens, Gentian, Cerato, Clematis, Vervain, Centaury, Scleranthus, Chicory, Agrimony, Mimulus, Water Violet, Rock Rose. Ele descobriu como cada flor contém em sua essência uma virtude, uma vibração particular, que caracteriza como fundamentos da qualidade da Alma.

Edward Bach associou as doze plantas com tipos de personalidades e nas suas pesquisas concluiu que as essências florais podem promover mudanças. Ele considerou doze qualidades essenciais que são lições universais da Alma: amor, fé, alegria, paciência, paz, bravura, coragem, bondade, sabedoria, paixão, força e determinação. Dr. Bach buscou uma compreensão mais profunda para o alívio do sofrimento humano e descobriu que as flores vibram um poder de cura de alta frequência, sendo capazes de transformar a personalidade.

Quase que simultaneamente, por volta de 1933, o psiquiatra suíço Carl Gustav Jung delinea os tipos psicológicos – este é o ponto em comum com Dr. Edward Bach.

Jung estudou o tema “mandalas” e utilizou-as em sua prática clínica. Ele descobriu que as mandalas expressavam conteúdos interiores do ser humano. Constatou que seus pacientes melhoravam ou relaxavam com o uso da mesma. Ele dizia que as mandalas poderiam trabalhar a Psiquê, atuando no processo de autoconhecimento do cliente. Quando Jung começou a estudar as mandalas e sua manifestação no mundo oriental como instrumento de culto e de meditação, passou a desenhá-las. Passou a observá-las no mundo ocidental, onde descobriu o efeito de autocura que elas exerciam, inclusive em si mesmo.

Ainda seguindo as proposições de Jung a respeito da mandala, segue-se uma função indiscutível do que estas podem oferecer ao indivíduo: dar a noção de que toda a representação da psique na estrutura mandálica, pressupõe um CENTRO. O CENTRO pressuposto na representação da mandala é exatamente o que Jung chama de SI MESMO. As necessidades espirituais são representadas pelo Si Mesmo, por estarem ligadas a um Poder Maior de Sabedoria, e são elas que mostram nossa missão e sentido de existência (da Sabedoria Espiritual que a vivifica). O contato com essa missão e sentido é que favorecem a saúde psíquica como um todo, pois, a harmonização da consciência com os Verdadeiros objetivos a que ela precisa operar, é que a tornam digna de ser usada saudavelmente em prol da evolutividade do ser mandálico em equilíbrio para sí e para a sociedade onde convive.

Portanto, as Mandalas dos Doze Tipos de Bach nos convidam à singularidade de uma experiência única: a presença vibrante da mandala abre para a comunicação e interação das energias contidas entre a essência da flor e a dimensão humana do corpo e das emoções. É interessante observar que ao contemplar a mandala floral a mente parece esvaziar-se dos ruídos dos pensamentos, dando lugar à uma nova consciência e criando um silêncio onde o coração repousa.

Mais informações: clique aqui.

Fonte:

JUNG, Carl Gustav. Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo. – Petrópolis : Vozes, 2000. Cap. XII - O simbolismo das mandalas.

http://www.bachcentre.com/pt/

 

 

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